Cinco dicas para reduzir no consumo de açúcar

Não é fácil reduzir na quantidade de açúcar que ingerimos, mas não é impossível de todo. O açúcar tornou-se num vício e quando consumido em quantidades excessivas pode trazer graves problemas à nossa saúde. Doenças como obesidade, em especial a infantil, Diabetes, hipertensão ou cáries são alguns dos riscos que uns bons hábitos alimentares podem facilmente prevenir.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda uma dose diária ideal de cerca de seis colheres de chá e que o açúcar simples deve representar 10% da energia consumida diariamente. A redução não precisa de ser feita drasticamente, até porque o nosso organismo entra em carência, mas aos poucos vai-se habituando a novos hábitos.

Fizemos uma seleção de alguns passos que pode adotar para facilitar a redução de açúcar e passar a ter mais cuidados alimentares.

  1. Reparar nis alimentares que consome e ver em quais pode reduzir a quantidade de açúcar, como por exemplo no café ou chá.
  2. Trocar os lanches à base de produtos cheios de açúcar por alimentos saciantes ricos em fibra. Um lanche rico em proteína ajuda a manter a energia ao longo do dia. Frutos secos, como as nozes ou amêndoas são ótimas opções e podem ser consumidos como snacks inidviduais ou no iogurte, por exemplo.
  3. Distinguir entre os açúcares adicionados e os açúcares naturais na informação nutricional dos alimentos, uma vez que aparecem como sendo só “açúcar”. Se ler a palavra “açúcar” é porque é adicionado e quanto mais em cima estiver mais porção dele se encontra no alimento. Procurar produtos que digam “sem açúcar adicionado”.
  4. Evitar os refrigerantes. Sabia que uma lata de 350ml de Coca-Cola contém cerca de 37g de açúcar, o que equivale a sete colheres e meia, das de chá? Pode trocar por sumos naturais de fruta, chás ou infusões.
  5. Encontrar um meio-termo. Se gosta de comer chocolate a seguir à refeição, experimente um chocolate com mais de 70% de cacau, de maneira a não acabar com algo que lhe dá algum prazer e ter a certeza que não é prejudicial à saúde.